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quinta-feira, 19 de março de 2009


Hipérbole de amar.

Senta-te-ei nas margens lípidas do meu coração para poder
sufocar-te com o doce mel da minha amizade.
Pintar-te-ei o céu com as cores mais belas
para que até o mar almeije desaguar sobre o azul de teus olhos!
Guarde-me a juvetude dentro de um delicado lenço branco,
pois não quero jamais que o orvalho d'água manche
o sentimento que hoje, tão puro, cativo em ti.
Juras mesmo que por mentira sofrejar-me eu te amo,
não por desespero, confesso, mas por necessidade de amar.


Israel Cintra

2 comentários:

Unknown disse...

Nooosa, esse então muito perfeito! Como tudo que vc escreve né Israel Cintra. Te adoro.

Anônimo disse...

estão todos linnndoooos !!!! rael é d++++++ !!!nesse ultimo é q tava mesmo inspirado!!